domingo, 15 de abril de 2018

paraquedista do Exército Brasileiro



Atuação: Brasil

A origem da Brigada paraquedista do Exército Brasileiro remonta aos anos de 1944-45, quando um primeiro grupo de oficiais e sargentos realizou o curso básico de pára-quedismo em Fort Benning, na Geórgia, Estados Unidos.Um decreto-lei de 26 de dezembro de 1945 criou a Escola de paraquedistas com sede na Vila Militar, no Rio de Janeiro. Ela teve outros nomes até 1971, quando foi rebatizada como Brigada paraquedista do Exército Brasileiro.

Constitui uma reserva estratégica do Comando do Exército, tendo como missão específica permanecer em condições de atuar em qualquer parte do território nacional. Em setenta e duas horas (ou menos) está na zona de combate. Sua principal característica operacional é a extrema mobilidade, proporcionada pelos aviões de transporte da Força Aérea Brasileira e pelos helicópteros da Aviação do Exército. Sua organização é basicamente a de uma brigada de infantaria convencional, acrescida de elementos de manobra, de apoio ao combate e de apoio logístico, forças especiais, além de outros de natureza variada.

Aptos a saltar e atuar em qualquer terreno, seja na selva, no cerrado, na caatinga ou no Pantanal, os paraquedistas podem desempenhar importante papel em lutas contra-guerrilhas, tomada e manutenção de pontos estratégicos até a chegada de tropas de reforço e na defesa de áreas e instalações vitais. Todos os integrantes da Brigada, do general comandante aos soldados rasos, realizam um plano de provas de salto, mantendo-se em perfeitas condições de adestramento. A unidade faz parte da Força de Ação Rápida (FAR) do Exército Brasileiro.

O soldado paraquedista brasileiro está usando o tradicional uniforme camuflado, ideal para operação em locais de vegetação espessa. É um combatente pronto para o salto semi-automático (ou "enganchado", na terminologia militar). Leva às costas o paraquedas modelo T-10C, com reserva. Porta também mochila com equipamento individual para a luta em terra. O fuzil é o Pára-FAL, versão com coronha dobrável do conhecido FN FAL. No cinturão carrega lanterna, carregador, material de primeiros socorros, faca de trincheira, bússola e uma pistola 9 mm.

Paraquedista belga



Atuação: Congo - 1964

Quando a colônia belga do Congo (hoje Zaire) tornou-se independente, em 30 de junho de 1960, parecia ser o fim do curto período imperialista da Bélgica na África e seu Exército estaria voltado para a defesa da Europa, no contexto da OTAN. Mas em julho de 1961, quando o país africano entrou em colapso, mais de 10.000 soldados belgas foram enviados para proteger interesses comerciais e pessoas, especialmente na província de Catanga.
A presença das tropas se prolongou até 1964, mas sua retirada foi apenas temporária, pois no fim daquele mesmo ano nova crise balançou o governo do Congo e outra intervenção se fez necessária, desta vez na província de Kivu, onde forças rebeldes sob o comando do general Nicholas Olenga tomaram a cidade de Kisangane, aprisionando cerca de mil civis estrangeiros (incluindo trinta americanos e seiscentos belgas) e mantendo-os como reféns. Envolvido no conflito do Vietnã, os Estados Unidos preferiram não atuar diretamente em uma missão de resgate, mas cedeu aviões de transporte e elaborou um plano conjunto com a Bélgica.
A operação, codinome Dragão Vermelho, previa uma ação rápida do tipo "entrada-saída", com emprego de dois batalhões do Regimento de paraquedistas belga (seiscentos homens), coordenado com um ataque terrestre de forças congolesas. Às 6h do dia 24 de agosto, 320 homens saltaram sobre um campo de golfe em Kisangane e os integrantes da 11ª Companhia dirigiram-se à cidade para efetuar o resgate. Quando se aproximavam do local os rebeldes em pânico abriram fogo e trinta reféns foram mortos e quarenta ficaram feridos.
Mas as 11h a cidade estada retomada e 250 europeus resgatados. Até a retirada belga do Congo, quase 2.000 reféns foram libertados em operações semelhantes, com a perda de apenas três paraquedistas, o que para um exército com pouca experiência de combate pode ser considerado um excelente resultado. Essa capacidade de intervenção foi de novo posta em prática em maio de 1978, quando os belgas lançaram seus paraquedistas, auxiliados por forças francesas, para resgatar reféns em Shaba.
Este homem pertence ao 1º Batalhão do Regimento de paraquedistas, conforme indicam a sua boina marron e a insígnia britânica do SAS, em comemoração à primeira companhia belga a se incorporar a ele durante a Segunda Guerra Mundial. As passadeiras dos ombros têm as cores dos paraquedistas (marron e azul-celeste) e a estrela de prata indica que este é um suboficial. O uniforme revela a influência britânica e, nesse caso, a túnica segue o estilo Denison e o cinturão é do padrão 1937. Está armado com fuzil belga FN FAL, de 7.62 mm, que tem uma versão de coronha dobrada para uso específico desta tropa.

Forças Especiais do Exército - Tailândia



Combate na selvaA Tailândia está localizada no sudeste da Ásia, fazendo fronteira com países de governos instáveis e em uma região sempre conturbada por guerras. Por anos os revolucionários comunistas da Malásia usaram o sul do país como refúgio, além das tensões com a Birmânia e da presença constante do Exército vietnamita, a mais experimentada e equipada força terrestre do continente. A história das Forças Especiais do Exército Real tailandês remonta a 1963, quando o 1° Batalhão Ranger foi reorganizado e recebeu a denominação de 1° Grupo de Forças Especiais, ambos aerotransportados. Desde então, essa unidade de elite foi se expandindo consideravelmente e vários grupos foram sendo atualizados e classificados como regimentos.
As suas missões não se diferenciam das de outros grupos similares de todo o mundo, abrangendo operações por trás das linhas inimigas, ações civis e psicológicas, sabotagem, destruição de postos de defesa aérea e centros de comandos. A 1a. Divisão de Forças Especiais foi formada em 1982, compreendendo três destacamentos, com sede em Fort Narai, na província de Lopburi. A 2a.Divisão surgiu no ano seguinte, agregando o seu 3° Regimento. Essa duas unidades, com contigente estimado de 3.000 homens, consolidaram-se no Comando de Operações Especiais, subordinado ao quartel-general do Exército tailandês, possuindo ainda um Batalhão de Operações Psicológicas, uma Patrulha de Reconhecimento de Longa Distância e algumas equipes "A", altamente especializadas.
Infiltração helitransportadaAs Forças Especiais do Exército Real estão incluídas entre as melhores da região. Um treinamento árduo e realista prepara homens bastante motivados. Os voluntários devem cursar escolas de Ranger e pára-quedismo antes de procurarem os regimentos das Forças Especiais, onde adquirirão outras habilidades específicas, como exercícios com paraquedas em Camp Erawan, e sobrevivência na selva, que cobre grande parte do país. A condição física recebe atenção maior, na forma de artes marciais baseada no boxe tailandês, esporte tradicional, que requer aptidão, elasticidade e coragem, usando tanto os pés quanto as mãos.
As armas e equipamentos da unidade são basicamente de origem americana, como o fuzil de assalto M16, a metralhadora M60 de 7.62 mm para emprego coletivo, veículos de transporte, óculos de visão noturna e fuzis para snipers. O fuzil alemão H&K 33, de 5.56 mm, é fabricado no país sob licença. O símbolo principal das Forças Especiais é uma boina grená com um emblema do Exército nacional, em tecido dourado. O uniforme de campo é um conjunto camuflado de duas peças, com divisas e distintivos bordados, e chapéu de selva. Em ocasiões específicas utiliza-se um uniforme todo preto, com gorro na mesma cor, semelhante ao do SAS britânico.

Brigada Folgore - Itália


Soldado com uniforme padrãoO início das forças aerotransportadas italianas pode ser estabelecido em 1938, quando o primeiro batalhão de paraquedistas do país foi formado. A principal unidade de operações de guerra não convencionais atualmente na Itália é o 9° Batalhão de Assalto Aerotransportado (Incursori) da Brigada Folgore. Sua missão é colher informações, realizar operações de guerrilha e sabotagem em território inimigo, ataques a alvos de alto valor, reconhecimento estratégico, contra-terrorismo e resgate de reféns, ações de alto risco em apoio às forças convencionais, e para isto seus escalões contam com tropas alpinas (para operações em montanhas), comandos, artilheiros e outros especialistas. Subordinada ao V Corpo do Exército e baseada na cidade de Pisa, a brigada consiste de uma companhia de engenharia, uma esquadrilha de aviação, um grupo de artilharia e um regimento de infantaria paraquedista com dois batalhões, mais um batalhão de carabinieri. Embora esteja preparada para ações antiterroristas, não é dela a responsabilidade principal por essa atividade dentro da Itália. O batalhão Incursori, cujo contingente é de 250 homens, possui um quartel-general, uma companhia de treinamento e uma de operações, operando em patrulhas de 2 a 20 horas e os demais batalhões servem em funções convencionais, embora todas as unidades sejam lançáveis por paraquedas.
O treinamento da Brigada é orientado para habilidades individuais e de equipe, bem ao estilo das forças especiais americanas. Maior destaque é dado às operações subaquáticas, aerotransportadas e sabotagem terrestre, reconhecimento em profundidade e apoio a forças guerrilheiras aliadas. Os membros do batalhão são todos voluntários e o pessoal alistado recebe graduações. São mais de dezesseis meses de um treinamento que inclui: condicionamento físico (quatro meses), comunicações (dois meses), demolição subaquática (três meses), pára-quedismo (dois meses), esqui (um mês), artilharia (três meses) e alpinismo (um mês). O soldado de operações especiais italiano é considerado em outras nações como de alta eficiência individual.
Treinamento  anti-terrorismoOs membros da Brigada Folgore usam uma boina castanha com o distintivo da especialidade. O uniforme de camuflagem é um dos mais práticos, com joelheiras e cotoveleiras incorporadas, com o emblema da unidade usado numa alça do ombro esquerdo, junto com as divisas de graduação e os distintivos de paraquedistas, quando ostentados, aparecem sobre o lado direito do peito. A insígnia de colarinho consiste de uma estrela de "savóia" prateada e paraquedas alado com adaga, onde a cor de fundo da estrela indica a função da unidade: por exemplo, o preto com borada vermelha é específico para engenheiros e o azul-padrão para todos os membros. A Brigada tem uma grande variedade de armas e equipamentos à sua disposição, incluindo: fuzis Steyr AUG, submetralhadoras da série HK MP-5 e Beretta M-12 de 9 mm, rifles para snipers Barret M-82A1 .50, HK G-3/S e Mauser SP-66, pistolas Beretta 92 de 9 mm e Colt Python .357 Magnum. Para apoio de fogo contam com as metralhadoras pesadas FN Minimi e Beretta MG42. A Brigada Folgore já participou de ações no Líbano, Iêmen, Somália, Bósnia e no Golfo, como integrante de forças de paz da ONU ou como membro de coalizões.

Special Air Services Regiment (SASR) - Austrália


Missão noturna na Guerra do GolfoO Regimento SAS australiano, formado em julho de 1957 sob a classificação de 1a.Cia. de SAS, foi a pioneira das forças especiais da Austrália. Resultou claramente das lições aprendidas na campanha da Malásia, que se desenrolava na ocasião. Em 1960, a unidade foi transferida para o Regimento Real, elemento de infantaria regular do Exército. Em 1964, voltou a ser independente, aumentou seu contingente e transformou-se no Regimento de Serviço Aéreo Especial. O 1° Esquadrão de SAS partiu para Brunei em 1965, como parte da força de contenção contra os indonésios, seguido pelo 2° Esquadrão que se encaminhou para Bornéu.
Ao mesmo tempo a Austrália envolveu-se na Guerra do Vietnã e os três esquadrões revezaram-se naquele país. Sua mais recente atuação foi em março de 2003, na invasão do Iraque pelas tropas americanas, apoiada pelos britânicos e por um contingente de dois mil soldados australianos. O SASR desenvolveu habilidades antiterroristas em 1979, quando assumiu a responsabilidade de combater incursões de praia e defender poços de petróleo da costa. A Austrália conta também com o 1° Regimento de comandos, de 350 homens, criado em 1980 em Sydney, composto basicamente por reservistas e oficiais da ativa, encarregados de executar missões de "golpe-de-mão" e tarefas especiais de assalto. Baseado em Campbell Barracks, Swanbourne, o SASR conta com um efetivo de cerca de 600 homens, organizados em seis esquadrões, sendo três de comandos, um administrativo, um de apoio operacional e um de comunicações.

Treinamento anti-terroristaA exemplo do SAS britânico e outros, não há recrutamento direto entre civis. Os métodos de seleção também são semelhantes, mas uma ênfase maior é colocada nas atividades marítimas, já que a Austrália não possui um corpo de fuzileiros navais. São três anos de treinamento árduo, onde no primeiro ano os voluntários, de acordo com as habilidades de cada um, são encaminhados para os diversas cursos de especialização; no segundo ano são aplicadas as táticas militares tradicionais, incluindo as operações especiais num ambiente de guerra convencional; e no terceiro ano habilitam-se nas operações de comando propriamente ditas e em missões num ambiente de conflitos assimétricos, contra forças não convencionais. As habilidades comuns dos membros do SAS são as operações com paraquedas e rapel, mas eles também recebem treinamento de infiltração com pequenos botes, infiltração vertical, mergulho de assalto, guia de montanha, deslocamentos com veículos de longo alcance e demolição.
Seus membros utilizam, além dos fuzis M16A3 e F88 Austeyr (versão local do Steyr AUG 77), ambos no calibre 5.56 mm, as submetralhadoras Mk5 (L34A1) e Heckler & Koch MP5, fuzis sniper H&K PSG1 e Parker-Hale modelo 82, e pistolas Browning HP9 e SIG Sauer P228, ambas no calibre 9 mm. Por sua responsabilidade em ações antiterroristas em grande escala, esta unidade conta com uma variedade de aparelhos de vigilância de alta tecnologia, escadas especiais, equipamentos de comunicação e visão noturna. O pessoal do Regimento SAS veste o uniforme padrão do Exército. Entretanto, em vez do famoso chapéu de aba larga voltada para baixo, ele usa a conhecida boina areia. O distintivo de metal com uma adaga alada e as asas na manga direita são idênticos aos do SAS britânico.

Força de Serviço Especial - Canadá


Comandos canadenses em uniforme para neveEngajada junto à OTAN, o núcleo desta unidade é o Regimento Aerotransportado canadense, unidade de elite das forças armadas do país. Suas origens remontam ao 1° Batalhão de paraquedistas, criado em Camp Shilo, em 1942. Formado para ser uma unidade ligeira, de divisões combinadas independentes, este Regimento está pronto para atuar em qualquer lugar do mundo, em apoio à operações da ONU, e por isso treinado para ações de selva e deserto.
A Força de Serviço Especial, parte do Comando Móvel do Canadá, encontra-se organizada como brigada leve, com apenas duas unidades de infantaria. As unidades completamente armadas são um regimento blindado (8° de Hussardos canadenses), um batalhão de infantaria (1° Batalhão, Regimento Real) e o Regimento Aerotransportado, este formado por três comandos, equivalentes a uma companhia em termos de tamanho e organização: o 1° Comando é o de língua francesa, o 2° Comando é o de língua inglesa e o 3° Comando é bilíngüe.

O apoio de combate é fornecido por um regimento de artilharia (2º Reg.Real de Artilharia Montada) e um regimento de engenharia. Entre as pequenas armas utilizadas pela unidade estão uma daptação doméstica do M16A1 americano. O fuzil automático de um grupo de combate é o de calibre 5.56 mm e a metralhadora de emprego coletivo é a FN MAG58 belga, de 7.62 mm. 
O uniforme de inverno é o verde escuro de de serviço, com divisas douradas, o de verão é o castanho, também com as mesmas divisas e o de combate consiste de um modelo singular canadense de cor verde-oliva escura.
Os graus de oficial são especificados por meio de tiras douradas e os de praças, genericamente, como no sistema britânico. Uma característica incomum das tropas aerotransportadas está no emblema de qualificação de paraquedista, onde um par de asas aparece encimado por uma folha de boldo. Os soldados qualificados usam a boina grená. Todo membro da Força de Serviço Especial usa um distintivo com uma espada alada e o lema "Osons" ("Ousamos").

Recce Comandos - África do Sul


Tropa  de Recce Comandos aguarda instruções.Ameaças militares internas e externas levaram o Exército da África do Sul a preparar unidades especiais para campanhas de peso contra um inimigo incansável. Entre estas, a principal tropa de elite é, sem dúvida, o Comando de Reconhecimento, popularmente conhecido como Recce Comandos ou simplesmente Recces (abreviatura de Reconnaissance). O uso da palavra Comando já é uma distinção, pois designava unidades similares na Guerra dos Boeres contra os ingleses, no começo do século passado. Sua missão básica é operar profundamente no território inimigo, recolhendo informações e rastreando tropas.
Alguns de seus membros são ex-integrantes da força Selous Scouts da antiga Rodésia. Todos os integrantes são paraquedistas, qualificados em técnicas de queda estática e livre, muitos deles capazes de saltos HALO (lançamento a grande altitude-abertura a baixa altitude). Uma parte também é treinada em operações embarcadas e mergulho. Essenciais ao seu treinamento são o rastreamento e sobrevivência na selva, além das habilidades comuns a forças especiais no uso de explosivos, rádio, armas capturadas, combate corpo-a-corpo e primeiros-socorros. A fase de seleção para os Recce dura 42 semanas e é ministrado duas vezes por ano, aberto a voluntários das três Armas, cuja média de idade é 19 anos e apenas 6 a 10% dos candidatos são aprovados.

Testes médicos e psicológicos são preliminares e o físico inclue marcha de 32 km em seis horas, carregando equipamento completo, fuzil FN FAL e um saco de areia de 30 kg; fazer quarenta flexões, corridas e nado livre com tempo determinado. O curso de seleção realiza-se nas selvas do norte de Zululand, num ambiente operacional, com padrões extremamente árduos, em que procura-se levar os voluntários ao limite de suas capacidades. Num dos testes finais, cada homem deve passar uma ou duas noites sozinho na floresta, apenas com um fuzil e alguma munição, pretendendo-se com isso, formar um soldado altamente habilitado, capaz e motivado, que se sinta à vontade no ambiente de combate do sul da África.
As armas empregadas são as pequenas, tipo padrão, como o fuzil FN FAL de 5.56 mm (algumas vezes com coronha dobrável), o fuzil R-4 de 5.56 mm, de fabricação local baseado no Galil israelense, fuzis H&K da série MP-5 de 9 mm, pistolas Vektor e Beretta, e a metralhadora leve FN MAG. Muitos deles carregam facas como a "feiticeira", um estilete enegrecido para incursões noturnas. Os comandos vestem o uniforme de combate sul-africano, jaquetas e calças beges, coturnos de cano alto e um gorro de selva macio, além do equipamento de lona forte. No campo, os soldados usam uma pintura negra como camuflagem.