sábado, 4 de janeiro de 2020

Veículo aéreo não tripulado (VANT), também conhecido como aeronave remotamente pilotada (ARP) ou ainda drone

Veículo aéreo não tripulado (VANT), também conhecido como aeronave remotamente pilotada (ARP) ou ainda drone


Veículo aéreo não tripulado
Veículo aéreo não tripulado
Um Northrop Grumman RQ-4 Global Hawk da Força Aérea dos Estados Unidos.
Descrição
Tipo / MissãoApoio aéreo aproximado
Ataque aéreo
Reconhecimento aéreo
Tripulação0
Passageiros0
Soldados0
Especificações
Armamentos
Foguetessim
Mísseissim
Bombassim

Veículo aéreo não tripulado (VANT), também conhecido como aeronave remotamente pilotada (ARP) ou ainda drone[1] (do Inglês, zangão), é todo e qualquer tipo de aeronave que pode ser controlada nos 3 eixos e que não necessite de pilotos embarcados para ser guiada[2] (DECEA, 2010). Estes tipos de aeronaves são controladas à distância por meios eletrônicos e computacionais, sob a supervisão de humanos, ou mesmo sem a sua intervenção, por meio de Controladores Lógicos Programáveis (CLP).

História[editar | editar código-fonte]

Os primeiro uso de veículos aéreos não tripulados foi em julho de 1849 através de balões por forças autríacas contra a cidade de Veneza. Durante a Primeira Guerra Mundial também foram desenvolvidas variações de aviões autônomos controlados por rádio, o ator Reginald Denny criou uma empresa de aviões radio-controlados na década de 1930, vários aviões rádio-controlados foram usados na Segunda Guerra Mundial, em 1951 foi desenvolvido o Ryan Firebee, durante a Guerra Fria inúmeros VANTs foram construídos principalmente para missões de espionagem, com a miniaturização das tecnologias, voltaram a ser usados em larga escala durante a Guerra do Golfo.
O VANT Ryan Firebee em 1963.
Um General Atomics MQ-1 Predator da Força Aérea dos Estados Unidos disparando um míssil hellfire. O uso de drones para fins militares é usado extensamente na chamada Guerra ao Terrorismo.[3]
B-52 servindo como nave-mãe, transportando sob suas asas duas aeronaves parasitas (drones de reconhecimento aéreoLockheed D-21.
VANT de asa móvel Northrop Grumman MQ-8 Fire Scout.
Os drones[1] foram idealizados para fins militares tendo sido inspirados nas bombas voadoras alemãs, do tipo V-1, e nos inofensivos aeromodelos rádio-controlados. Estas máquinas voadoras foram concebidas, projetadas e construídas para serem usadas em missões tradicionalmente de elevado risco para humanos, nas áreas de inteligência militar, apoio e controle de tiro de artilharia, apoio aéreo a tropas de infantaria e cavalaria no campo de batalha, controle de mísseis de cruzeiro, atividades de patrulhamento urbano, costeiro, ambiental e de fronteiras, atividades de busca e resgate, entre outras. Eles são muitas vezes preferidos para missões que são "maçantes ou perigosas"[4] para aviões tripulados como policiamento e combate a incêndios, e com a segurança não militar, como a vigilância de dutos.
Atualmente, o desenvolvimento de pesquisas e fabricação de VANT são realizadas e estimuladas, principalmente, por militares estadunidenses, pelas Forças Armadas de Israel. Os drones são, há vários anos, um dos principais instrumentos da estratégia militar dos Estados Unidos, mas 51 Estados já possuem esta tecnologia.[5]
Segundo relatórios do Bureau of Investigative Journalism (BIJ), sediado em Londres, entre 2.629 e 3.461 pessoas foram mortas desde 2004 no Paquistão, por ataques de drones da CIA e DoD. Entre as vítimas, calcula-se que 475 a 891 eram civis.[5] Nas últimas décadas, os drones foram usados sobretudo no Kosovo, no Tchad, e também nos ataques americanos ao Paquistão e contra a pirataria marítima.[6]
Estima-se que de 2008 a 2012, os Estados Unidos tenham realizado 145 ataques na Líbia, 48 no Iraque e mais de 1000 no Afeganistão utilizando drones. Os militares britânicos a partir de julho de 2013 lançaram ao Afeganistão 299 drones em suas ofensivas.[7]
Em 24 de janeiro de 2012, a Organização das Nações Unidas lançou um projeto denominado Naming the Dead ("Dando nome aos Mortos"), com a finalidade de investigar a morte de civis e militantes por 25 ataques de drones americanos no Paquistão, no Iêmen, na Somália, no Afeganistão e nos Territórios Palestinos.[8][9][10] A investigação é uma resposta a denúncias sobre a morte de civis, inclusive crianças, durante ataques de drones no Iêmen.[11][12] De acordo com o relator especial da ONU sobre a proteção dos direitos humanos no combate ao terrorismo, "o aumento exponencial do uso da tecnologia dos drones em diversas situações representa um verdadeiro desafio para o direito internacional atual". Segundo dados oficiais, os drones Predator e Reaper dispararam 506 mísseis em 2012, no Afeganistão, contra 294 em 2011 - um aumento de 72% - embora o total de ataques aéreos americanos tenha diminuído 25%, no mesmo período.[5]
Em 12 de dezembro de 2013, 16 civis foram mortos e 10 ficaram feridos em um ataque no Iêmen na província de Al-Baida, onde foram confundidos com membros da Al-Qaeda quando participavam de duas procissões de casamento separadamente.[13]

Uso civil[editar | editar código-fonte]

Drone quadricóptero pequeno em voo.
Grupo de drones durante demonstração,em 2005.
Além do uso militar, os drones[1] estão sendo utilizados por civis, como por exemplo por fotógrafos e cinegrafistas em festas de aniversários, casamentos ou eventos em geral. Um drone consegue captar melhores ângulos para fotos e filmagens mantendo a câmara estável por mais tempo facilitando também por conseguinte a produção de vídeo. Estas valências técnicas faz com que também sejam usados por emissoras de TV, diminuindo o custo em suas filmagens aéreas, considerando que as emissoras televisivas ainda utilizam amiúde o helicóptero.[14][15]
A tecnologia dos drones pode ser utilizada em resgates em locais de difíceis acessos, áreas de desastres (alagamentos, desmoronamentos, desabamento, incêndios, construções interditadas, etc), pois tais dispositivos transmitem imagens e vídeo em tempo real contribuindo assim para o sucesso das equipes de resgate. Os drones também são usados para monitorar pessoas,[16] como para evitar ataques ou mesmo casos de vandalismo. Está ainda em testes a utilização de drones para entrega de mercadorias e encomendas. Uma das empresas que está testando esta possibilidade é a Amazon.[17]
Outra possível forma de utilização de drones é na agricultura[18] para se identificar rapidamente pragas, falhas no plantio, saturação hídrica do solo e outros problemas que acontecem nas lavouras.[19] Além disso, os drones poderão ser usados para outras funcionalidades, como em fotografias, para registrar uma selfie por exemplo. Diversas empresas estão desenvolvendo os chamados "drones-selfie", que poderão ser controlados via controle remoto no pulso.[20]

Lusofonia[editar | editar código-fonte]

Brasil[editar | editar código-fonte]

O primeiro VANT de que se tem registro no Brasil foi o BQM1BR, fabricado pela extinta CBT (Companhia Brasileira de Tratores), de propulsão a jato. Esse protótipo serviria como alvo aéreo e realizou um voo em 1983. Outro VANT de que se tem conhecimento é o Gralha Azul, produzido pela Embravant. A aeronave possui mais de 4 metros de envergadura, com autonomia para até 3 horas de voo. Os dois primeiros protótipos do Gralha Azul realizaram vários ensaios em voo, operando com rádio-controle.
Em 1996, o CenPRA (Centro de Pesquisas Renato Archer) iniciou o Projeto Aurora, com o objetivo de desenvolver VANTs. Seriam dirigíveis usados em diversas áreas: segurança públicamonitoramento ambiental e de trânsito, levantamentos agrícolas, telecomunicações, etc.[21] As forças armadas brasileiras pretendem utilizar dirigíveis híbridos na vigilância das fronteiras e do mar territorial, para garantir a segurança da Amazônia Verde e da Amazônia Azul.
A partir do ano 2000, os VANTs para uso civil começaram a ganhar força no mercado. Foi quando surgiu o Projeto Arara (Aeronave de Reconhecimento Autônoma e Remotamente Assistida), desenvolvido numa parceria do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), especialmente para utilização em agricultura de precisão. O projeto deu origem, em abril de 2005, ao primeiro VANT de asa fixa desenvolvido com tecnologia 100% brasileira, cujo desenho industrial foi patenteado pela EMBRAPA. A empresa AGX faz uso deste modelo e continua desenvolvendo novos VANTs para o setor elétrico, de meio ambientesegurança pública e defesa.
VT-15 durante o voo no Batalhão de Aviação do Exército Brasileiro em TaubatéSão Paulo
Em abril de 2007, durante a LAAD, realizada no Rio de Janeiro, a empresa Flight Technologies lançou, em cooperação com o Centro de Estudos Aeronáuticos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), por intermédio de sua então controlada, Flight Solutions, o VANT Tático FS-01 Watchdog.[22] Entre 2008 e 2010, a empresa, em conjunto com o Centro Tecnológico do Exército, desenvolveu uma variante do FS-01 para atender aos requisitos VT-15 do Exército Brasileiro.
Alguns anos depois, em 2009, a Flight Technologies deu início ao desenvolvimento do Horus FT-100, por intermédio de um contrato de desenvolvimento da FINEP), sob um protocolo de intenções com o Exército Brasileiro. O FlightTech Horus FT-100 é VANT de monitoramento desenhado para atender, inicialmente, requisitos do Exército Brasileiro.[23] Em 2013, o Centro Estadual de Administração de DESASTRES – CestAD do Departamento Geral de Defesa Civil – DGDEC, realizou missão de caráter civil com o Horus FT 100, na cidade de Duque de Caxias/RJ. Foi a primeira vez que um VANT foi utilizado para levantamento de áreas atingidas por desastres naturais no Brasil.[24]  
Em 2009 deu-se início ao projeto VANT-SAR entre as empresas AGX, Aeroalcool e Orbisat, financiado pela FINEP).[25] Em 2010 iniciou-se o projeto da aeronave Tiriba, a cargo da AGX, que, no final de 2011, resultou na primeira aeronave de propulsão elétrica com tecnologia 100% nacional, para aplicações em imageamento aéreo e aerofotogrametria.[26]
Em 2012, a Flight Technologies venceu a licitação da aeronáutica para desenvolver um VANT de decolagem e pouso automático (DPA-VANT), com investimento previsto de 4,5 milhões de reais em dois anos. O valor será coberto integralmente pela Finep. O projeto está sendo gerenciado pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial e conta com o apoio do Ministério da Defesa e a participação do Centro Tecnológico do Exército e do Instituto de Pesquisas da Marinha (IPqM). A Flight é uma empresa brasileira, localizada no Parque Tecnológico de São José dos Campos, e atua no mercado de defesa e segurança aeronáutica.[27]
Em Santa Maria (Rio Grande do Sul), a FAB passou a montar VANTs produzidos pela AEL, subsidiária da Elbit Systems, a maior empresa privada fabricante de produtos de defesa de Israel.[28] Esses VANT são parte de um acordo de 48 milhões de reais firmado com o Brasil em 2010 e serão usados em operações ao longo da fronteira e durante grandes eventos como a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas de 2016. Segundo o Stockholm International Peace Research Institute, durante o mandato do ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim, o Brasil se tornou um dos maiores importadores de armas e de tecnologia militar israelenses.[29] Em meados de 2012, a polícia federal brasileira possui 15 drones vigiando a fronteira do país.[30]

Portugal[editar | editar código-fonte]

De 2009 a 2015, a Academia da Força Aérea Portuguesa e a Universidade do Porto, desenvolvem em parceria o projeto "Pitvant", que consiste em criar drones totalmente portugueses.[31]
No dia 16 de abril de 2014, a Marinha Portuguesa apresentou o primeiro avião não tripulado em conjunto com a empresa Tekever com tecnologia 100% portuguesa.[32] A primeira tentativa de lançamento do drone fracassou, tendo o aparelho caído na água, situação caricata que se tornou viral na Internet.[33] Na segunda tentativa o avião voou sem problemas.

domingo, 29 de dezembro de 2019

Prowler EA-6B

Prowler EA-6B

Descrição: O EA-6B Prowler é um avião de guerra eletrônico projetado para proteção contra aeronaves de ataque, tropas terrestres e navios, bloqueando o radar inimigo, comunicações e link de dados eletrônicos. É um derivado do A-6 Intruder, comprovado em combate, com estações de trabalho traseiras lado a lado para gerenciamento de equipamentos eletrônicos. O destacamento inicial do Prowler foi em 1972, durante a Guerra do Vietnã. Posteriormente, o Prowler foi empregado operacionalmente na Guerra do Golfo (1991) e na ex-Iugoslávia.

O Prowler é alimentado por dois motores Pratt e Whitney J52-P408, avaliados em 10.400 libras cada. As principais armas da Prowler são o sistema de interferência aérea ALQ-99F montado em conjunto, bem como outros receptores de vigilância sensíveis. Eventualmente, ele pode ser armado com mísseis AGM-88 HARM para realizar missões de Supressão das Defesas Aéreas Inimigas (SEAD). Normalmente, o EA-6B Prowler opera com tanques de combustível externos e os pods de interferência ALQ-99.

No início dos anos 2000, a Northrop-Grumman estava atualizando os recursos do EA-6B Prowler no âmbito do programa ICAP III, que fornece um novo sistema de ataque eletrônico aéreo. O ICAP III apresenta o AN / ALQ-218. A Marinha dos EUA selecionou o EA-18G, um derivado Super Hornet, para substituir o EA-6B Prowler até 2009. Em março de 2005, a frota da Marinha Prowler deveria permanecer em serviço até 2012. A frota Prowler será aposentada em no início de 2013. O Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA opera a última (15) aeronave EA-6B restante para realizar missões SEAD.

Especificações do Predador EA-6B

Tripulação: 4 
Número de motores: 2 
Dimensões
Altura: 4,90 metros (16,1 pés) 
Comprimento: 17,7 metros (58 pés) 
Envergadura: 15,9 metros (52 pés) Teto de 
desempenho
: 37,600 pés (11,460 metros) 
Alcance máximo: 3,252 quilômetros (1.756 náutico) milha) 
Faixa mínima: 1.840 quilômetros 
Velocidade
máxima em alta altitude: 274 mps (987 km / h) 
Peso
Impulso máximo de decolagem: 20.800 libras (9.435 quilogramas) 
Peso máximo de decolagem: 27.450 quilogramas (60.516 libras)

Tornado ECR

Tornado ECR

Descrição: O Tornado é uma aeronave multifuncional de asa giratória projetada para executar missões de defesa aérea, reconhecimento e ataque. Voa a baixa altitude e velocidade supersônica para penetrar em sofisticadas defesas aéreas. As variantes de aeronaves Tornado apresentam um cockpit duplo de dois lugares. Panavia é um consórcio formado pela Alemanha, Reino Unido e Itália, responsável pelo desenvolvimento e produção de aeronaves Tornado. O Tornado foi encomendado pelos países do consórcio Panavia e pela Arábia Saudita. O Tornado entrou em serviço em 1979. Foi implantado pela primeira vez durante a Guerra do Golfo em 1991. Posteriormente, aeronaves Tornado foram empregadas na ex-Iugoslávia e, mais recentemente, no Iraque durante a operação Iraqi Freedom em 2003. Durante esses conflitos, os tornados realizaram ataques ao solo, supressão de defesas aéreas inimigas (SEAD),

O Tornado ECR (combate eletrônico e reconhecimento) foi desenvolvido para atender aos requisitos da Alemanha. Realiza missões de reconhecimento, gerenciamento eletrônico de batalhas e SEAD. É equipado com um avançado FLIR, um sistema localizador de emissor e mísseis anti-radiação AGM-88 HARM.

Especificações do Tornado ECR

Tripulação: 2 
Número de motores: 2 
Dimensões
Altura: 6 metros (19,7 pés) 
Comprimento: 17,2 metros (56 pés) 
Envergadura: 13,9 metros (46 pés) 
Desempenho
Faixa máxima: 2,780 quilômetros (1,501 milha náutica) 
Velocidade
máxima de velocidade em alta altitude : 731 mps (2.632 km / h) 
Peso
vazio Peso: 14.000 kg (30.864 libras) 
Impulso máximo de decolagem: 29.680 libras (13.463 kg) 
Peso máximo de decolagem: 28.500 kg (62.831 libras) 
Carga útil: 9.000 kg (19.841 libras)

AC-130U-Spooky

AC-130U-Spooky

Descrição: A Lockheed Martin C-130 Hercules é uma aeronave de transporte de tamanho médio projetada para operar com faixas de terra áspera. O primeiro protótipo, o voo inaugural do YC-130A, ocorreu em 1954. O primeiro modelo C-130A alcançou capacidade operacional inicial em dezembro de 1956, tornando-se a seguir a aeronave de transporte de carga mais importante do mundo livre. Desde então, os C-130 haviam assumido uma ampla gama de tarefas militares, como transporte aéreo, lançamento aéreo, reconhecimento, operações especiais, apoio aéreo próximo, guerra eletrônica, reabastecimento aéreo, etc. O C-130 possui uma rampa de carregamento e uma porta de popa. é capaz de acomodar uma grande variedade de cargas de grandes dimensões, incluindo desde helicópteros utilitários e veículos blindados de seis a oito rodas até cargas paletizadas padrão e pessoal militar.

Até o momento, mais de 2.400 C-130s em mais de 70 variantes de cinco modelos básicos (A, B, E, H e J) foram produzidos para clientes em todo o mundo. Na primeira década do século XXI, a maioria dos C-130s em serviço pertence aos modelos básicos E, H e J, introduzidos no início da década de 1960, na década de 1970 e no final da década de 1990, respectivamente. A Força Aérea, a Marinha e os Fuzileiros Navais dos EUA operam as aeronaves C-130, bem como as forças aéreas de mais de 66 nações em todo o mundo. A Força Aérea dos EUA planeja converter os modelos E e H sobreviventes na configuração do C-130AMP (Programa de Modernização de Aviônicos) a partir de 2007. O AMP abrange a modernização de aviônicos e algumas melhorias no motor para manter a frota em operação e em operação depois de 2020.

O AC-130H Spectre e o AC-130U Spooky foram projetados para fornecer suporte aéreo próximo, interdição do ar e proteção de força. Essas aeronaves pesadamente armadas incluem armas de tiro lateral integradas a sensores sofisticados (SAR, CCD-TV e IR), sistemas de navegação e controle de incêndio para fornecer poder de fogo cirúrgico durante longos períodos prolongados, à noite e em condições climáticas adversas. O AC-130U é o avião de caça mais avançado do mundo e pode atacar dois alvos simultaneamente.

As aeronaves AC-130 foram introduzidas pela primeira vez no Vietnã, marcando 10.000 caminhões vietnamitas e muitos soldados dos EUA, fornecendo apoio aéreo próximo. Posteriormente, foram empregados na Operação Fúria Urgente em Granada em 1983, na Operação Just Cause no Panamá em 1989 e na Operação Enduring Freedom no Afeganistão em 2001. A aeronave AC-130U Spooky pode ser armada com um canhão de 105 mm além de um 40 mm, e uma pistola adicional de 25 mm. A Força Aérea dos EUA opera uma frota de 13 navios de guerra AC-130U.

A Força Aérea dos EUA e a Boeing selecionaram o Sistema de Sensor Multiespectral Gunship da Lockheed-Martin (GMS2) para substituir o sensor ALLTV nas AC-130Us da Força Aérea dos EUA. O contrato de desenvolvimento avaliado em US $ 10,7 milhões foi adjudicado em 11 de janeiro de 2005. O valor total do programa pode chegar a US $ 35 milhões, incluindo opções de produção. O GMS2 será integrado a quatro novas aeronaves AC-130U compradas pela Força Aérea. A empresa Boeing espera entregar o primeiro dos quatro AC-130Us encomendados pelo Comando de Operações Especiais da Força Aérea (AFSOC) em 2006. Essas aeronaves foram escolhidas pelo AFSOC devido à sua capacidade de apoiar missões operacionais na guerra global ao terrorismo.

Especificações assustadoras da AC-130U

Grupo: 13 
Número de motores: 4 
Dimensões
Altura: 11,7 metros (38,4 pés) 
Comprimento: 29,8 metros (98 pés) 
Calibre da pistola principal: 105 milímetros 
Envergadura: 40 metros (133 pés) Teto de 
desempenho
: 7.620 metros (25.000 pés) 
Faixa máxima : 2.408 quilômetros (1.300 milhas náuticas) 
Potência
Máxima em TakeOff: 19.640 shp 
Velocidade Velocidade
Máxima em Alta Altitude: 133 mps (479 km / h) 
Peso Peso
máximo de decolagem: 70.308 quilogramas (155.000 libras)

Mig-31

Mig-31

Descrição: O Mig-31, Foxhound NATO-codename, é um avião de caça de longo alcance, dois lugares, alta velocidade e alta altitude, desenvolvido com base no comprovado interceptor Mig-25 Foxbat. É alimentado por dois motores econômicos em combustível D-30F6, desenvolvendo uma velocidade máxima de Mach 2,83 mach em alta altitude. Além disso, é equipado com um sistema de armas de última geração totalmente novo, oferecendo capacidade de engajamento de múltiplos alvos usando mísseis ar-ar de longo alcance. O sistema de armas também permite compromissos cooperativos dentro de grupos de aeronaves Mig-31 que compartilham dados entre eles. A Força Aérea da União Soviética introduziu a aeronave Mig-31 em 1981. Cerca de 500 Mig-31 foram produzidas na antiga União Soviética e ainda não foram registradas vendas de exportação, apesar da Rússia comercializar a aeronave para a China no final dos anos 90 e início dos anos 2000. .

O Mig-31 é capaz de interceptar e destruir alvos de altitude alta e baixa dia e noite, em todas as condições climáticas, em ambiente de interferência e interferência ativa e passiva. O radar de matriz faseada digitalizada eletronicamente SBI-16 Zaslon, o radar de matriz faseada RP-31E no modelo de exportação Mig-31E, é o núcleo do sistema de armas Mig-31, fornecendo detecção e rastreamento de até 10 alvos com 4 compromissos simultâneos. Uma ampla variedade de mísseis ar-ar e canhão de cano múltiplo de 23 mm permitem ao Mig-31 executar uma ameaça de morte a longo, médio, curto e curto alcance, incluindo mísseis de cruzeiro que voam em baixas altitudes. Um grupo de quatro interceptadores, trocando informações entre eles, é capaz de fornecer uma cobertura de uma área de 800 quilômetros de largura. Outros tipos de aeronaves fabricadas na União Soviética podem trocar dados e interoperar com os Mig-31s.

Em 1984, a União Soviética iniciou o desenvolvimento de uma variante atualizada conhecida como Mig-31M. Seis protótipos foram construídos, incluindo alguns deles equipados com pods de Contramedidas Eletrônicas (ECM). No entanto, o programa de modernização do Mig-31M nunca foi concluído devido ao colapso da União Soviética. Durante a Guerra Fria, o Mig-31 também se destinava a destruir o satélite de baixa órbita usando uma arma Anti-Satélite (ASAT) com a variante Mig-31D / Mig-31DZ desenvolvida para esse fim, portando o interceptor de mísseis 79M6. Esperava-se que o Mig-31DM atualizado levasse o míssil 95M6. Um sistema aeroespacial russo-Cazaquistão chamado Ishim destinava-se a colocar pequenos satélites em órbita implantada a bordo do Mig-31S. A aeronave MiG-31 atualizada deve ser usada como transportadora nesse sistema. Com mais de 500 aeronaves produzidas na década de 1980, apenas 200 a 300 permanecem em serviço na Força Aérea Russa em uma configuração conhecida como Mig-31B. Menos da metade dessas aeronaves deve passar pela atualização para o padrão Mig-31BM até 2020, com as demais aeronaves sendo retiradas do serviço ativo.

Especificações do Mig-31

Tripulação: 2 
Alvos aéreos envolvidos: 4 
Estações externas: 8 
Número de motores: 2 
Alvos aéreos rastreados: 10 
Dimensões
Altura: 6,45 metros (21,2 pés) 
Comprimento: 21,6 metros (71 pés) 
Calibre da pistola principal: 23 milímetros 
Envergadura: 13,5 metros ( 44 pés) Fator de carga de manobra máxima 
G-load
: 5 g Teto de 
desempenho
: 20.600 metros (67.585 pés) 
Faixa de balsa: 3.000 km (1.620 milhas náuticas) 
Faixa de balsa com um reabastecimento em voo: 5.400 km 
Faixa máxima: 1.400 km (756 milha náutica) 
Alcance máximo à velocidade de cruzeiro: 720 km 
Velocidade da velocidade de
cruzeiro: 2,35 mach (2.810 km / h) 
Velocidade da balsa: 0,85 mach
Velocidade máxima em alta altitude: 2,83 mach (3.383 km / h) 
Velocidade máxima no nível do mar: 1.500 km / h (1,25 mach) Resistência ao 
tempo de
vôo: 3,60 horas 
Peso
Pressão máxima de decolagem: 68.340 libra (30.999 kg) 
Peso máximo de decolagem: 46.200 kg (101.852 libras) )

  • Mig-31BM

    Mig-31BM



  • Descrição: O Mig-31, Foxhound NATO-codename, é um avião de caça de longo alcance, dois lugares, alta velocidade e alta altitude, desenvolvido com base no comprovado interceptor Mig-25 Foxbat. É alimentado por dois motores econômicos em combustível D-30F6, desenvolvendo uma velocidade máxima de Mach 2,83 mach em alta altitude. Além disso, é equipado com um sistema de armas de última geração totalmente novo, oferecendo capacidade de engajamento de múltiplos alvos usando mísseis ar-ar de longo alcance. O sistema de armas também permite compromissos cooperativos dentro de grupos de aeronaves Mig-31 que compartilham dados entre eles. A Força Aérea da União Soviética introduziu a aeronave Mig-31 em 1981. Cerca de 500 Mig-31 foram produzidas na antiga União Soviética e ainda não foram registradas vendas de exportação, apesar da Rússia comercializar a aeronave para a China no final dos anos 90 e início dos anos 2000. .

    O Mig-31BM é uma versão atualizada com recursos aprimorados ar-ar e ar-superfície, com a inclusão da Supressão das Defesas Aéreas Inimigas (SEAD) usando mísseis anti-radiação. É equipado com aviônicos avançados e links de dados digitais, um novo radar multimodo Zaslon-M, telas coloridas no cockpit multifuncional e um computador novo e mais poderoso. Em agosto de 2010, os planos da Força Aérea Russa pedem a atualização de 80 interceptores Mig-31 para o padrão Mig-31BM até 2020. Essas aeronaves serão equipadas com mísseis ar-ar de curto alcance R-73, R- 77 mísseis ar-ar de médio alcance, mísseis ar-ar de longo alcance R-33S e K-37M, bem como o mais recente míssil anti-radiação Kh-31. O novo radar multimodo é capaz de rastrear até 24 alvos em alcances de até 320 quilômetros e envolver oito deles simultaneamente.

    Especificações do Mig-31BM

    Tripulação: 2 
    Alvos aéreos envolvidos: 8 
    Estações externas: 8 
    Número de motores: 2 
    Alvos aéreos rastreados: 24 
    Dimensões
    Altura: 6,46 metros (21,2 pés) 
    Comprimento: 21,6 metros (71 pés) 
    Calibre da pistola principal: 23 milímetros 
    Envergadura: 13,5 metros ( 44 pés) Fator de carga de manobra máxima 
    G-load
    : 5 g 
    Desempenho
    teto: 21.500 metros (70.538 pés) 
    Intervalo de balsa: 3.000 quilômetros (1.620 milhas náuticas) 
    Intervalo de balsa com um reabastecimento em voo: 5.400 quilômetros 
    Alcance máximo: 1.450 quilômetros (783) milha náutica) 
    Altitude operacional: 25.000 metros (82.021 pés) 
    Velocidade de velocidade de
    cruzeiro: 2,35 mach (2.810 km / h)
    Velocidade máxima em alta altitude: 2,83 mach (3.383 km / h) 
    Velocidade máxima no nível do mar: 1,21 mach (1.447 km / h) 
    Peso
    máximo de decolagem Peso: 46.200 kg (101.852 libras)