Período
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1937-1945
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Área do conflito
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Sudeste da Ásia
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Protagonistas
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China e Japão
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Histórico
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Principais forças envolvidas
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A China iniciou a guerra com 1.788.000 soldados. Nos anos seguintes mobilizou 14 milhões de homens. Oficialmente tiveram 3.211.419 baixas, das quais 1.761.335 feridos, 1.319.958 mortos e 130.116 desaparecidos.
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Principais batalhas
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Batalhas pela conquista das cidades de Shangai e Cantão.
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Resultado final
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Tanto os nacionalistas, liderados por Chiang Kai-shek quanto os comunistas, liderados por Mao Tse-tung, trataram de ocupar o espaço vazio deixado pela evacuação dos exércitos japoneses, numa espécie de preparação para a guerra civil que se avizinhava. Os americanos apoiaram os nacionalistas, temerosos do avanço do comunismo naquela região estratégica.
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domingo, 15 de abril de 2018
Guerra Sino - Japonesa
Primeira Guerra Mundial
Período
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1914 - 1918
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Área do conflito
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Europa, África, Oriente Médio e Ásia
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Protagonistas principais
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Grã-Bretanha, França, Estados Unidos, Alemanha, Império Austro-Húngaro, Itália, Rússia e Império Otomano (Turquia).
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Histórico
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Principais forças envolvidas
| França: 8.200.000 homens (1.500.000 mortos) Rússia: 13.000.000 homens (1.700.000 mortos) Itália: 5.600.000 homens (533.000 mortos) Estados Unidos: 3.800.000 homens (116.000 mortos) Alemanha: 13.250.000 homens (1.950.000 mortos) Áustria-Hungria: 9.000.000 homens (1.050.000 mortos) Turquia: 2.850.000 homens (325.000 mortos) |
Principais batalhas
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Batalhas do Somme, Verdun, Marne, Champagne, Tanenberg, Flandres, Ypres, Amiens, Caporetto, Dardanelos, Kut el-Amara, batalha naval da Jutlândia e desembarque aliado em Salônica.
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Resultado final
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Os custos materiais e humanos foram imensos, assim como as consequências políticas e sociais, incluindo a desintegração dos Impérios Otomano e Austro-Húngaro e o início da guerra civil na Rússia. Tratados de paz: Tratado de Versailles com a Alemanha (1919), Tratado de Neuilly com a Bulgária (1919), Tratado de Saint-Germain-en-Laye com a Áustria (1919), Tratado de Trianon com a Hungria (1920) e Tratado de Sèvres com a Turquia (1920).
Custo total estimado: US$ 4,5 trilhões
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Guerra Russo - Japonesa
Período
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1904 - 1905
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Área do conflito
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Sudeste da Ásia / Oceano Pacífico
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Protagonistas
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Rússia e Japão
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Histórico
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Forças envolvidas
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Na batalha naval de Tsushima, a frota russa era composta de 8 couraçados, 8 cruzadores, 9 destróieres e 13 navios auxiliares, comandada pelo Almirante Rojestvensky e o grupo de batalha japonês contava com 4 couraçados, 8 cruzadores, 16 cruzadores leves e 21 destróieres, comandado pelo Almirante Heihachiro Togo.
Em terra, 80.000 soldados russos mal equipados enfrentaram cerca de 270.000 japoneses, bem treinados e motivados. |
Principal batalha
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Resultado final
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Com a mediação do presidente dos Estados Unidos, Theodore Roosevelt, inquieto com os progressos do Império japonês, foi assinado o Tratado de Portsmouth, entregando ao Japão a parte sul da ilha Sacalina, Porto Arthur e concessões ferroviárias na Manchúria, além de reconhecer o protetorado sobre a Coréia, pouco depois anexada.
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Boinas Verdes - Exército americano
Atuação: Vietnã - 1968
Nessa época elas foram maciçamente empregadas contra os vietcongues, no Vietnã, onde já estavam atuando desde 1957, fornecendo treinamento para as tropas sul-vietnamitas. A unidade básica das Forças Especiais era a Equipe A, que consistia em dois oficiais e dez soldados, todos voluntários que recebiam adestramento em cinco especialidades: armas, comunicações, primeiros-socorros, informação e engenharia, além de estar preparados para longas permanências na selva. Sua atuação pode ser dividida em três níveis. O primeiro correspondeu à criação dos Grupos Civis Irregulares de Defesa nas montanhas da região central vietnamita, onde combateram o avanço inimigo nessa área de importância estratégica vital, operações que aumentaram de escala até o final da ofensiva do Tet (1968), quando transferiram essa responsabilidade para as Forças Especiais do Vietnã do Sul.
O segundo plano de atuação correspondeu aos chamados Projetos Alfabeto, em que unidades de reconhecimento eram utilizadas para se infiltrar em áreas controladas pelas forças inimigas. O último nível ainda tem uma aura de mistério: tratava-se das atividades do Grupo de Estudos e Observações, criado em 1964, contando com cerca de 2.000 homens, que efetuava operações clandestinas através da fronteira, incluindo o resgate de pilotos abatidos em território norte-vietnamita.
Outro capítulo obscuro das Forças Especiais foi o seu envolvimento na contra-insurreição em países da América Latina, onde além de treinar oficiais e soldados latino-americanos na Escola das Américas, no Panamá, participaram diretamente de uma série de operações altamente secretas, principalmente na Guatemala, na Colômbia e na Bolívia. Posteriormente as Forças Especiais atuaram no Oriente Médio em países como o Irã, Afeganistão e Iraque, sempre exercendo suas atividades sob grande sigilo.
Embora a proteção de cabeça seja do tipo comumente usado no Vietnã, o uniforme básico deste soldado é feito de tecido camuflado padrão folhagem. O distintivo do grupo de transportes aéreos das Forças Especiais, uma adaga com três raios sobre fundo azul, pode ser visto na manga esquerda do uniforme. Devido ao clima tropical do Vietnã, as botas eram confeccionadas em náilon e couro. O equipamento portátil corresponde ao modelo M1956, com mochila, cinturão com bolsas de munição, granada, cantil, kit de primeiros-socorros, baioneta e coldre para a pistola calibre .45. A arma principal é o fuzil de assalto M16 A1, de 5.56mm.
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Highlander - Exército britânico
Atuação: Aden, Golfo Pérsico - 1967
Na Primeira Guerra Mundial, já com quinze batalhões, o A&SH teve pesadas baixas na frente ocidental: quase 7.000 oficiais e soldados foram mortos. Com nove batalhões na Segunda Guerra Mundial, combateu principalmente na Malásia e na Itália. Atuou ainda na Palestina, Quênia, Chipre e Guerra da Coréia onde obteve considerável reputação. Mas foi em Aden, atual capital do Iêmen do Sul, no Golfo Pérsico, que os Highlanders se tornaram conhecidos por sua atuação fulminante nos conflitos urbanos, em 1967. A cidade próxima de Crater havia caído em mãos de rebeldes nacionalistas e o regimento recebeu ordem de retomá-la. Numa brilhante operação os soldados britânicos introduziram-se na cidade ao cair da noite e aniquilaram rapidamente os guerrilheiros, restabelecendo o controle da área. A popularidade dos Highlanders era tanta que quando o governo inglês, por contenção de gastos, resolveu desmobilizar o A&SH, uma petição com mais de um milhão de assinaturas foi entregue às autoridades, solicitando que não o fizesse. E conseguiram. Os Highlanders continuaram, mas tiveram suas atividades reduzidas. Embora se identifique por uma série de características escocesas, o soldado highlander usa jaqueta e calças cáquis padronizadas do Exército britânico. Suas botas têm solas de borracha e as polainas de lã são curtas. O cinto é o modelo de 1958. Um acessório importante é o quepe Glengary azul, com a faixa quadriculada vermelha e branca, característica dos Highlanders. O cabo usa suas divisas no braço direito, costuradas no tecido xadrez próprio de seu regimento. Note-se o distintivo no quepe, prateado e com as letras A&SH gravadas no centro. O fuzil é o indefectível FAL L1A1, com calibre 7.62 mm. Costumavam portar também máscara contra gases n° 4 Mk2 nas operações de controle de tumultos urbanos em Aden. |
Soldado das Brigadas de Infantaria de Selva
Atuação: Selva amazônica - Brasil
No cumprimento de sua missão constitucional de garantir a integridade do território, o Exército Brasileiro teve de adaptar-se ao desafio, buscando uma doutrina de operações apropriadas ao meio. O primeiro passo nesse sentido foi a criação do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), sediado em Manaus, por onde passam, em cursos ou estágios, os oficiais e graduados que vão servir na região, sob o Comando Militar da Amazônia. No CIGS são ministrados conhecimentos peculiares ao combatente de selva, tais como: sobrevivência, transposição de obstáculos verticais e horizontais, armadilhas, tiro diurno e noturno, técnicas para transpor cursos de água com pontes improvisadas com cordas, manejo de explosivos, entre outros. A organização das Brigadas de Selva é semelhante à de uma brigada convencional de infantaria, porém adaptada ao meio ambiente onde deve cumprir a missão. O treinamento também é adequado às dificuldades da região, que apresenta perigos de todos os tipos, iminência constante de combate ou ações de emboscada, além da precariedade de suprimentos e comunicações. O combatente de selva do Exército Brasileiro, normalmente recrutado entre os povos que habitam a Amazônia, destaca-se por sua aclimatação ao ambiente, o que exige abnegação, frugalidade e coragem, colocando-se entre os melhores do mundo, referência internacional quando se fala em guerra na selva, recebendo anualmente no CIGS oficiais de diversos países amigos, incluindo, Estados Unidos, Colômbia, Peru, Grã-Bretanha e França, que aqui vêm aprimorar seus conhecimentos. A ilustração mostra como os uniformes em uso no CIGS são adequados para a camuflagem na região e passam por estudos constantes que visam aperfeiçoá-los. Além da japona especial que proporcione proteção sem tolher a mobilidade, os coturnos devem ter orifícios de ventilação e saída da água para facilitar a secagem após intenso suor e inúmeras travessias de igarapés. Portam ainda um tipo de ferramenta de múltiplo emprego: machado, lâmina de facão e instrumento para cavar, servindo ainda como arma individual. Carregam sempre dois cantis devido ao excessivo consumo de água. O fuzil é o Pára-FAL, de 5.56 mm. |
SS Panzer Grenadier - Alemanha
Segunda Guerra Mundial
Atuação: Front Oriental - 1941
O uniforme principal era o mesmo das tropas regulares da Wehrmacht, em tons de cinza, mas as botas tiveram seus canos encurtados Seu equipamento é composto por um binóculos com ampliação 6x30 e um estojo para carregar mapas e anotações. No suspensório em couro observa-se duas bolsas de lona onde eram carregados pentes de munição extra. Em seu colarinho podemos visualizar do lado esquerdo a insígnia de sua unidade, uma caveira (totenkopf, em alemão) sobre ossos, e do lado direito a sua patente, no caso SS-Scharfuhrer (líder de esquadrão), Sua arma é a confiável metralhadora MP40, calibre 9mm e carregador para 32 cartuchos, das quais mais de um milhão foram fabricadas. No cinturão e em sua mão podemos ver um par de granadas modelo M1920. Em abril de 1941, a 3º SS Panzer Division recebeu ordens de se deslocar para o Leste para se juntar ao Grupo de Exércitos Norte, sob a liderança do Marechal-de-Campo Wilhem Von Leebs. Esta Força tinha a tarefa de avançar sobre Leningrado e formar a ala nordeste da Operação Barbarossa. A 3º Divisão participou do avanço através da Lituânia e da Letônia, e em julho rompeu a "Linha Stalin". A divisão então ultrapassou Demyansk em direção a Leningrado, onde se envolveu em pesados combates em agosto. Durante a contra-ofensiva de inverno dos soviéticos, a divisão ficou cercada por vários meses perto Demyansk, no que ficou conhecido como o "Bolsão de Demyansk". Nos combates nesta região a unidade foi redesignada "Kampfgruppe Eicke" devido ao seu tamanho reduzido pelas severas baixas. Em abril de 1942 a divisão conseguiu romper o "bolsão", mas havia perdido cerca de 80% de seus homens mortos, feridos ou desaparecidos em ação. A divisão foi então enviada para a França para poder ser reequipada no final de outubro de 1942. Para tanto, a divisão recebeu o reforço de um batalhão de tanques e foi redesignada 3ª SS Panzergrenadier Division Totenkopf, permanecendo em solo francês fevereiro de 1943. Em fevereiro de 1943, a Divisão foi mandada de volta para a Frente Oriental, agora como parte do Grupo de Exércitos Sul, comandado por Erich von Manstein. A Divisão, integrando a SS-Obergruppenführer Paul Hausser's II SS Panzer Corps, participou na Terceira Batalha de Kharkov, rechaçando a ofensiva soviética. Durante esta campanha, seu comandante Theodor Eicke morreu quando seu avião foi derrubado. Hermann Priess sucedeu Eicke no comando da unidade. O SS Panzer Corps, Incluindo a a 3º Divisão Totenkopf, foi deslocado para o norte para participar da Operação Citadel, a ofensiva que visava a retomada da cidade de Kursk, depois de libertada pelos soviéticos. Foi durante fevereiro 1943 que o 3º SS Panzer Regiment recebeu uma companhia de tanques pesados Tiger I. Nas semanas seguintes a Divisão esteve envolvida em pesados combates, tendo perdido mais de 1.500 homens e seu regimento Panzer ficou reduzido a 20 tanques. Então a Totenkopf foi deslocada para o norte, de volta para Kharkov, tomando parte das batalhas que visavam impedir que os soviéticos retomassem o controle da cidade. Em outubro de 1943, juntamente com outras tropas do Eixo, a Divisão iniciou uma retirada em direção à fronteira da Romênia. Porém em novembro a unidade ainda se engajaria em mais um combate contra o Exército Vermelho, próximo a estratégica cidade de Krivoi, na margem oeste do rio Dniepr. |
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