sábado, 28 de abril de 2018

BT-7

BT-7


Quando o grupo de trabalho de tanques do Exército Vermelho decidiu modernizar seus tanques durante a década de 20, foi autorizado ao seu departamento de projetos utilizar qualquer fonte que eles gostassem para obter as melhores idéias disponíveis. Muitos conceitos de projetos prometedores foram pesquisados, entre eles, havia idéias do americano J. Walter Christie. Seus projetos de suspensões avançadas não tiverem nenhum efeito em seu país. Mas os soviéticos abraçaram seu conceitos com vontade e os levaram para desenvolvimento. As suspensões de Christie foram integradas aos tanques da série BT (bystrochodya tank, ou tanque rápido).


Os primeiros da série BT eram cópias exatas de um protótipo de Christie que fora entregue a União Soviética em 1930, e designado de BT-1. O primeiro modelo soviético foi o BT-2. Á paritr de 1931, a série BT progrediu através de uma série de desenvolvimentos até chegar ao BT-7. O BT-7 era um tanque ágil e rápido que era destinado as divisões de cavalaria da União Soviética. Seu motor era um motor de aeronave convertido. A suspensão utilizada eram as barras de torção de Christie, que permitiam uma grande flexibilidade em altas velocidades.


Era um tanque muito popular entre seus operadores, e era um tanque muito confiável. Na época em que apareceu já havia muitas variantes, como tanques lança-chamas e outras versões com uma arma principal de 76,2mm. Algumas versões experimentais incluiam tanques anfíbios.

O BT-7 tinha uma grande desvantagem que era sua pouca blindagem. Em toda a série BT a blindagem foi sacrificada pela velocidade e mobilidade e, em 1939, ele provou ser muito vulnerável contra armas anti-tanque. O BT-5 demonstrou esse problema na Guerra Civil Espanhola e mesmo que o BT-7 tivesse uma blindagem extra, ainda não era suficiente como foi revelado na Guerra de Inverno.

BT-5.

Apesar do BT-7 ter servido antes da invasão alemã, alguns ainda encontravam-se em serviço em 1941. Mas eles saíram-se mal contra os panzers por causa de suas formações ruins e muitos foram perdidos simplesmente por causa de má manutenção e mal treinamento de seus tripulantes. Ao final de 1941, os tanques BT-7 haviam sido praticamente eliminados.

Especificações do BT-7

Tripulação: 3
Peso: 14 toneladas
Motor: um motor M-17T V-12, desenvolvendo 500hp
Dimensões: comprimento: 5,66m; largura: 2,29m; altura: 2,42m
Performance: velocidade máxima na estrada: 86km/h; alcance máximo: 250km
Armamento: arma principal de 44mm e duas metralhadoras de 7,62mm
Blindagem: variava entre 10mm e 22mm

Abaixo, uma cena do filme soviético "Tractoristy", de 1938, que contém cenas dos tanques BT-7, BT-5 e T-35 sendo utilizados.

Panzerkampfwagen I

Panzerkampfwagen I


Em 1933, o Departamento de Armas do Exército Alemão lançou um requerimento para um veículo de blindagem leve que pesasse em torno de 5.000kg e que pudesse ser utilizado para treinamento. Cinco companhias apresentaram seus protótipos. Após os testes, o projeto da Krupp foi aceito para desenvolvimento, sendo a Krupp responsável pelo chassi e a Daimler-Benz responsável pelo resto da estrutura. A produção do primeiro lote de 150 veículos iniciou-se em Julho de 1934 sob a designação Pzkpfw I Ausf A com um motor M 305, Krupp, que desenvolvia apenas 57 cavalos de força. Mas, no próximo lote, Ausf B, tinham um motor mais forte, e isso significava que o veículo teria de ser mais comprido. Este modelo era um pocuo mais pesado, mas seu motor mais forte, dava-o uma velocida de 40km/h na estrada. Em 1935, 800 destes já encontravam-se em serviço.


O Panzerkampfwagen I foi primeiramente utilizado na Guerra Civil Espanhola. No início da invasão da Polônia, em 1939, 1.445 estavam em serviço. Os Alemães ja haviam notado era mal adaptado para o serviço nas linhas de frente por causa de seu baixo poder de fogo e de sua leve blindagem. Na invasão da França, em 1940, apenas 523 PzKpfw foram utilizados, ainda que muitos ainda estevissem em serviço na Alemanha e na Polônia. Em 1941, o PzKpfw I ja havia sido retirado das linhas de frente, apesar que o modelo de comando Panzerbefehlwagen I continuou em serviço.


Uma vez que o tanque leve tornou-se obsoleto, o seu chassi passou por conversões para executar outros tipos de serviços. Carregar munições e outras tipos de cargas era um de seus serviços. Uma arma tcheca de 47-mm foi instalada em alguns destes tanques e foram utilizados no Norte da África. Mas logo esta arma tornou-se obsoleta conforme os tanques tornavam-se mais blindados. Outro modelo era um que tinha uma arma de 15cm instalada em uma nova estrutura, mas por ser muito pesada, apenas 40 foram feitas.

A torre localizava-se no centro do veículo, equipada com duas metralhadoras de 7,92mm, 525 cartuchos eram carregados para cada uma. O motorista sentava-se a esquerda da torre.

Especificações do Pzkpfw I Ausf B

Tripulação: 2
Peso: 6.000kg
Dimensões: comprimento: 4,42m; largura: 2,06m; altura: 1,72m
Motor: um motor Maybach NL38TR de seis cilindros desenvolvendo 100hp
Performance: velocidade máxima na estrada: 40km/h; alcance máximo: 140km

Panzerkampfwagen II

Panzerkampfwagen II


Em 1934, os contratos para o desenvolvimento do Panzerkampfwagen II foram ganhos pelas empresas Henschel, Krupp e MAN. Após a avaliação dos projetos, o modelo da MAN foi escolhido para desenvolvimento, sendo a MAN responsável pelo chassi e a Daimler-Benz responsável pela estrutura. O Panzerkampfwagen II foi também produzido pela Famo, MIAO e Wegmann. Este tanque foi a espinha dorsal das divisões blindadas alemãs durante a invasão da França e também viu serviço na invasão da União Soviética, mas nesse período foi considerado obsoleto por conta de sua pouca blindagem e seu baixo poder de fogo. Foi planejado mais como um veículo de treinamento do que de combate.


Os primeiros PzKpfw II Ausf A foram entregues em 1935, e eram equipados com um canhão de 20mm e uma metralhadora de 7,92mm. Era feito para três tripulantes e pesava 7,2 toneladas. Testes mostraram que o seu motor de 130hp não era suficiente, e foi então introduzido um motor de 140hp nos PzKpfw II Ausf B. O PzKpfw II Ausf C foi introduzido em 1937, e tinha uma melhor blindagem. Em 1938, o PzKpfw II Ausf D e Ausf E foram introduzidos, e tinham novas barras de torção que permitiam uma maior velocidade na estrada, apesar que a velocidade fora da estrada era inferior aos modelos anteriores. O último modelo a ser produzido foi o PzKpfw II Ausf F, que apareceu em 1940, ele tinha uma blindagem de 35mm na frente e de 20mm nos lados, isso aumentou o peso para 10 toneladas, que, consequentemente, diminuiu sua velocidade.

A torre e a estrutura eram feitas de aço soldado. O motorista ficava á direita na frente e os outros dois operadoras ficavam no centro do veículo. O motor localizava-se na parte traseira do veículo. 180 projéteis eram levados para o canhão de 20mm e a metralhadora de 7,92mm (cujo 1.425 cartuchos eram levados) localizava-se na direita da torre.


O Pzkpfw II também foi muito utilizado em unidades rápidas de reconhecimento. Uma interessante variante deste veículo era uma versão anfíbio deste tanque que foi produzido para a invasão da Inglaterra em 1940. Este modelo tinha uma hélice que fornecia uma velocidade de 10km/h na água. Havia outra versão, que utilizava um lança-chamas, o Flammpanzer II. 100 destes modelos encontravam-se em serviço em 1942.

Quando o tanque básico tornou-se obsoleto, o chassi foi rapidamente alterado para outras tarefas. Uma destas versões utilizava uma arma soviética de 7,6 cm que ficou conhecida como Marder I. Esta versão foi seguida pelo Marder II que era equipado com uma arma alemã antitanque de 7,5 cm. Cerca de 1.200 destes veículos foram produzidos ou convertidos. Havia também o Wespe, com uma arma de 10,5 cm que foi produzida na Polônia até 1944. 

Especificações do Pzkpfw II Ausf F

Tripulação: 3
Peso: 10.000kg
Dimensões: comprimento: 4,64m; largura: 2,30m; altura: 2,02m
Motor: um Maybach de seis cilindros desenvolvendo 140hp
Performance: velocidade máxima na estrada: 55km/h; alcance máximo: 200km

M24 Chaffee

M24 Chaffee


Em 1942 os tanques com armas de 37mm ja estavam ultrapassados. Requerimentos para um tanque com uma arma de 75mm vinham do exército e tentativas de colocar uma arma de 75mm no tanque leve M5 não tiveram sucesso e um novo projeto foi desenvolvido pela Cadillac. O primeiro tanque ficou pronto em 1943. 

O primeiro canhão a ser utilizado era uma arma francesa de 75mm adaptada para os tanques. Diversas tentativas foram feitas para diminuir a arma para que esta pudesse ser instalada no avião B-25 como uma arma contra navios e desta forma ela foi facilmente adaptada para os tanques.


Inicialmente conhecido como T24, ele foi logo renomeado como Light Tank (Tanque Leve) M24 e mais tarde recebeu o nome de Chaffee. Até 1944 ainda não estava em total serviço e somente em 1945 que viu alguma ação na Europa. A maior contribuição do M24 não pode ser sentida até o fim da guerra pois seu chassi serviu de base para toda uma família de blindados que incluíam artilharia autopropulsadas, tanques com armas antiaéreas, etc.. A efetividade do M24 só pode ser vista em larga escala na Guerra da Coréia.


O M24 era um tanque pequeno e bem armado para o seu tamanho e seu peso mas sua blindagem que variava entre 12mm e 38mm tinha de ser mais leve do que em outros tanques para dar ao tanque sua agilidade. O M24 tinha uma tripulação de cinco homens que incluía um operador de rádio, um motorista, um comandante, um oficial do canhão e um carregador.

Especificações do M24

Tripulação: 5
Peso: 18,37 toneladas
Motor: dois motores Cadillac Modelo 44T24 V-8
Dimensões: comprimento: 4,99m; comprimento, com a arma principal: 5,49; largura: 2,95m; altura: 2,48m
Performance: velocidade máxima na estrada: 56km/h; alcance máximo: 161km
Armamento: uma arma principal de 75mm, duas metralhadoras de 7,62mm, uma arma de 12,7mm montada na torre e um morteiro de 51mm

Renault R 35

Renault R 35


O tanque Renault R 35, originalmente conhecido como Renault ZM, foi produzido em 1934 em resposta ao requerimento de um novo tanque de suporte para a infantaria do Exército Francês. Esse tanque deveria substituir os antigos Renault 17 que datavam da Primeira Guerra Mundial. Os testes se iniciaram em 1935 e antes que mais testes fossem efetuados o R 35 foi posto em produção já que a Alemanha se mostrava disposta a uma guerra. Antes do início da produção foi efetuada uma pequena mudança: a blindagem do tanque deveria passar de 30mm para 40mm.

O R 35 nunca substituiu totalmente o R 17 mas em torno de 1940 cerca de 1.600 já haviam sido produzidos. Era o tanque mais numeroso no Exército Francês. O R 35 era um tanque pequeno para dois tripulantes. Sua blindagem utilizava muito de fundição. O motorista ficava posicionado a frente enquanto que o comandante tinha de trabalhador como carregador da arma principal, além de mirá-la e dispará-la. A torre do tanque não dispunha de dispositivos de observação eficazes mas até então o tanque era suficiente.

Uma nova versão introduzida em 1940, que dispunha de um novo sistema de suspensão, foi chamada de AMX R 40. Poucas destas versões haviam sido produzidas quando a Invasão da França começou. O R 35 não era oponente para os Panzers. Seu canhão não era capaz de perfurar nem a blindagem dos menores tanques alemães e o modo como ele era empregado em combate, utilizados em poucos números em apoio a infantaria, fazia com que fosse presa fácil para o grande número de Panzers utilizados pelos Alemães. A blindagem de 40mm do R 35 era capaz de suportar a maioria das armas antitanques alemãs mas pouco o tanque podia fazer para mudar o curso da campanha. A maioria dos R 35 era destruída ou abandonada pelas suas tripulações frente ao desastre que varria o Exército Francês.

Muitos R 35 caíram intactos em mãos alemãs. Esses foram utilizados em missões na França ou em escolas de treinamento alemãs. Com o início da Operação Barbarossa, a invasão da União Soviética, muitos R 35 foram privados de suas torres e eram utilizados como tratores para artilharia ou utilizados para carregar munição. Mais tarde, o restante dos R 35 que ainda se encontravam na França tiveram suas torres retiradas para serviram como artilharia auto-propulsada ou armas anti-tanque. As torres retiradas foram colocadas como defesa na Muralha do Atlântico.

O R35 mostrou ser de maior utilidade aos Alemães do que aos Franceses. Foi um tanque de tradição de combate da Primeira Guerra construído sob o pensamento de que a guerra com tanques havia mudado pouco desde 1918.

Especificações do R 35

Tripulação: 2
Peso: 10.000kg
Motor: um Renault de 4 cilindros desenvolvendo 82bhp
Dimensões: comprimento: 4,20m; largura: 1,85m; altura: 2,37m
Performance: velocidade máxima: 20km/h; alcance: 140km
Armamento: um canhão de 37mm e uma metralhadora de 7,5mm

Panzerkampfwagen III

Panzerkampfwagen III


Na metade da década de 30 foi decidido que cada batalhão de tanques deveria ter três companhias de tanques leves/médios e outra companhia de tanques médios melhores equipados. O primeiro veio a ser o Panzerkampfwagen III (Pzkpfw III) ou SdKfz 141, e o outro o Panzerkampfwagen IV (PzKpfw IV) que deveria permanecer em produção durante toda a Segunda Guerra Mundial.
Panzer III na Rússia.

Em 1935, o Departamento de Armas emitiu contratos para a construção de um protótipo para as empresas Daimler-Benz, Krupp, MAN e Rheinmetall-Borsig. Logo no início foi decidido que o tanque deveria ter uma arma de 37mm que utilizasse o mesmo tipo de munição das armas antitanque utilizadas pela infantaria. Provisões foram feitas para que uma arma de 50mm fosse utilizada caso necessário. Seguindo os testes com os protótipos, o modelo da Daimler-Benz foi escolhido.


Os primeiros modelos, PzKpfw III Ausf A, Ausf B e Ausf C foram produzidos em pequenos números, e diferenciavam-se apenas na suspensão. Em 1939, ele ja estava em serviço, e sua produção ja estava em andamento. O PzKpfw III foi utilizado pela primeira vez em combates na invasão da Polônia. Os próximos modelos foram o PzKpfw III Ausf D que tinha uma blindagem mais leve e o Pzkpfw III Ausf F que tinha um melhor motor e um melhor armamento.

Panzer III no norte da África.

Em 1939, foi decidido levar adiante o modelo com a arma de 50mm, e ele entrou em produção em 1940 sob a designação PzKpfw III Ausf F. Este modelo foi seguido pelo PzKpfw III Ausf G, que tinha um armamento similar e um motor melhor. Para as operações no norte da África ele foi equipado com um kit tropical. Para a invasão da Inglaterra foi feita uma versão especial para adaptar-se melhor na água, mas como a invasão não ocorreu ele foi utilizado na invasão da União Soviética com sucesso.


A arma de 50mm L/42 era inadequada contra os T-34 soviéticos, então a arma L/60 foi instalada. O projétil desta arma tinha uma velocidade superior e os veículos equipados com esta arma eram designados de Pzkpfw III Ausf J. Em 1942, a maioria dos veículos ja não utilizava a arma de 37mm. O próximo modelo foi o Pzkpfw Ausf L, que tinha uma blindagem ainda mais aprimorada que aumentava o seu peso para 22 toneladas, o dobro do peso do projeto original.


O PzKpfw III Ausf M e Ausf N eram equipados com a arma L/24 de 75mm que foi instalada no Pzkpfw IV. Em torno de 64 cartuchos eram carregados para esta arma. A produção do Pzkpfw III foi finalmente completada em Agosto de 1943. Muitas armas autopropulsadas utilizavam o chassi do Pzkpfw III.



Outras variações incluíam um modelo de recuperação de veículos blindados, um modelo de observação (Panzerbeobachtungswagen) e um de comando (Panzerbefehlswagen III). Em torno de 15.000 chassis foram produzidos para os tanques e armas autopropulsadas. O motorista localizava-se na frente á esquerda com o operador da metralhadora e do rádio ao lado direito e os outros três no meio do veículo para operar a torre. O motor localizava-se na parte traseira do veículo. 

Especificações do PzKpfw III Ausf M

Tripulação: 5
Peso: 22.300kg
Dimensões: comprimento (incluindo o armamento): 6,41m; comprimento: 5,52m; largura: 2,95m; altura: 2,50m
Motor: um motor Maybach Hl 120 TRM de 12 cilindros desenvolvendo 300hp
Performance: velocidade máxima na estrada: 40km/h; alcance máximo: 175km

Panzerkampfwagen IV

Panzerkampfwagen IV


O Panzerkampfwagen IV permaneceu em produção durante toda a Segunda Guerra Mundial e foi a espinha dorsal das divisões blindadas alemãs. Em 1934, o Departamento de Armas do Exército Alemão emitiu um requerimento de um tanque médio que deveria ocupar a quarta companhia de tanques de cada batalhão de blindados. A Rheinmetall-Borsig construiu o VK 2001(Rh), a MAN propôs o VK 2002(MAN) e a Krupp veio com o VK 2001(K). No final, a Krupp tornou-se responsável por todo o veículo, que também era conhecido como Bataillons Führerwagen (veículo do comandante de batalhão). Este blindado entrou em produção na fábrica da Krupp-Grusonwerke em Magdeburg como PzKpfw IV Ausf A, ou SdKfz 161. Este modelo era equipado com uma arma de 75mm e duas metralhadora de 7,92mm. 122 cartuchos de 75mm e 3.000 cartuchos de 7,92mm eram levados. A blindagem variava entre 20mm e 14,5mm. Poucos modelos Ausf A foram produzidos entre 1936 e 1937.


O modelo seguinte foi o PzKpfw IV Ausf B, que tinha uma melhor blindagem, um melhor motor e outras pequenas melhorias. Este modelo esteve em produção durante um longo período, mas, ameaçado pelas armas antitanque inimigas, mais blindagem foi adicionada e melhores armas equipadas. O último modelo a ser produzido foi o PzKpfw IV Ausf J que apareceu em Março de 1944. Um total de 9.000 Panzers IV foram produzidos. O chassi do PzKpfw IV era também utilizado em outros veículos como o destruidor de tanques Jagdpanzer IV.


Um típico PzKpfw IV era o Ausf F2, que tinha uma blindagem de aço soldado de 50mm e de 60mm no modelo anterior. O motorista sentava-se na frente ao lado esquerdo com o operador da metraladora e do rádio a seu lado. O comandante e mais dois tripulantes ficavam no centro do veículo. Havia duas entradas na torre, uma de cada lado. O motor localizava-se na parte traseira, a transmissão era manual, sendo que havia 6 marchas mais a marcha ré. O armamento principal consistia de uma arma KwK de 75mm que podia disparar diversos tipos de projéteis e duas metralhadoras de 7,92mm. Cerca de 87 cartuchos de 75mm e 3.192 cartuchos de 7,92mm eram carregados. Havia controles manuais para a torre em caso de emergência. A blindagem adicional e o armamento pesado aumentaram o peso do veículo até que no último modelo de produção ele pesava 25 toneladas.

Especificações do Panzerkampfwagen IV Ausf H

Tripulação: 5
Peso: 25.000kg
Dimensões: comprimento (incluindo o armamento): 7,02m; comprimento: 5,89m; largura: 3,29m; altura: 2,68m
Motor: um motor Maybach HL 120 TRM de 12 cilindros desenvolvendo 300hp
Performance: velocidade máxima: 38km/h; alcance máximo: 200km