| Características Peso sem carga: 18.436 kg Peso de combate: 22.452 kg Pressão sobre solo (peso de combate): 0,71 kg/cm2 Total de combustível: 511 l Velocidade máxima: 56 km/h Degrau máximo: 0,5 m Fosso máximo: 1,82 m Rampa máxima: 60º Inclinação lateral máxima: 30º Passagem de Vau: 1,8 m |
Histórico
Em meados da década de 1950, o comando do Exército Americano, emitiu requisitos para abertura de concorrência, visando o desenvolvimento de um novo veículo blindado para assim substituir a primeira geração de obuseiros autopropulsados, empregados na Segunda Guerra Mundial. No ano de 1954 alguns protótipos foram construídos para teste e avaliações, e finalmente validado para produção em série, o projeto designado como T195/195E-1 para ser chamado de M-108 Howitzer. Dispunha como arma principal do canhão M-103 obus de 105 mm, capaz de disparar projéteis de 14,9 kg em uma velocidade de 472 metros por segundo, com um alcance efetivo de 11,16 km, podia disparar todas as munições desenvolvidas no padrão Otan, entre elas, HE, WP e M-67 Heat. Foi equipado com blindagem em alumínio, destinada a absorver pressões de impacto de projéteis de pequeno e médio calibre, porém, não era dotado de proteção química. |
terça-feira, 24 de abril de 2018
VBC OAP M-108
M-60 A3 TTS
| Características Peso de combate: 52.600 kg Total de combustível: 1457 l Velocidade máxima: 48 km/h Degrau máximo: 1,2 m Fosso máximo: 2,7 m Rampa máxima: 60% Inclinação lateral máxima: 30% Passagem de Vau: 1,3 m |
Histórico
O M60 Patton é o primeiro carro de combate principal construído nos Estados Unidos. Seu desenvolvimento começou em 1957. Ele foi projetado para combater a ameaça representada pelo T-54 e T-55 soviéticos, que eram superiores, em todos os aspectos, aos carros de combate de médio porte M48 Patton. O M60 Patton foi largamente exportado. Os operadores incluem Israel (1400 MBT de vários modelos), Egito (700 M60A1 e 735 M60A3), Irã (aproximadamente 200 M60A1), Itália (300 M60A1), Arábia Saudita (com cerca de 250 M60A3), entre outros países. Alguns operadores do M60 vêm aplicando localmente uma série de melhorias para aumentar sua proteção. O M60A3 ficou em serviço nos E.U.A. até 1997, quando foi retirado de serviço em favor ao M1 Abrams. Mesmo considerado já obsoleto, é usado por vários países até hoje. Este carro de combate está no Exército brasileiro, em número de 91 blindados, juntamente com o Leopard 1 e são os primeiros e verdadeiros "tanques pesados" do Exército brasileiro. |
M41C Caxias
| Características Peso sem carga: 18.457 kg Peso de combate: 23.495 kg Pressão sobre solo (peso de combate): 0,72 kg/cm² Total de combustível: 530 l Velocidade máxima: 72 km/h Degrau máximo: 0,7 m Fosso máximo: 1.8 m Rampa máxima: 60% (34°) Inclinação lateral máxima: 30% (18,5°) Vau sem preparação: 1,01 m Vau com preparação: 2,44 m |
Histórico
O M41 Walker Bulldog (nome original) é um carro de combate leve fabricado nos Estados Unidos (1947). Foi desenvolvido para substituir o M24 Chaffee. Seu nome é uma homenagem ao General Walton Walker, morto em um acidente de viatura na Coreia. A versão modernizada desenvolvida no Brasil foi designada M 41C Caxias pelo Exército Brasileiro. O M41 é um carro de combate ágil e bem armado. Tem muitas características do M24, tinha ótima velocidade em estradas, confiável e facilmente reparado, sua torre inteiramente soldada possui ótimas características. Por outro lado, é barulhento, possui alto consumo de combustível e pesado o suficiente para causar problemas ao transporte aéreo. Em agosto de 1960, os M41 chegaram ao Brasil, que na ocasião operava os carros de combate M3 Stuart, M3 Lee, já considerados obsoletos durante a Segunda Guerra Mundial, e os M4 Sherman, também protagonista do conflito mundial. |
VBCCC Leopard 1A1
| Características Peso sem carga: 40.200 kg Peso de combate: 42.200 kg Pressão sobre solo (peso de combate): 0,88 kg/cm2 Total de combustível: 985 l Velocidade máxima: 62 km/h à frente e 24 km/h à ré Degrau máximo: 1,15 m Fosso máximo: 2,50 m Rampa máxima: 60% (34°) Inclinação lateral máxima: 30% (18,5°) Classe: 45 Vau sem preparação: 1,20 m Vau com preparação: 2,25 m |
Histórico
A história do Carro de Combate (CC) Leopard se inicia na Alemanha em novembro de 1956. O Exército da República Federal da Alemanha estabeleceu como requisitos básicos uma Viatura Blindada de Combate (VBC) que fosse leve, resistisse a tiros rápidos de 20mm e tivesse proteção contra agentes químicos e biológicos. A mobilidade teve prioridade em relação ao poder de fogo e a blindagem era relativamente reduzida, considerando-se as modernas armas anticarro. A empresa alemã Krauss-Maffei Wegmann (KMW) fez as primeiras entregas em 1965 e, posteriormente, diversos países adquiriram o veículo. A partir de 1996, com a modernização da frota blindada, o Exército Brasileiro adquiriu da Bélgica a referida VBC, utilizando-a até os dias atuais nos Regimentos de Cavalaria Blindados (RCB). |
VBE Lança Ponte Leopard 1
| Características Peso sem carga (sem ponte): 35.100 kg Peso de combate (com ponte): 45.300 kg Pressão sobre Solo: 9,7 N/cm² Largura da Ponte: 4,0 m Total de combustível: 985 l Velocidade máxima: 62 km/h Degrau máximo: 0,7 m Fosso máximo: 2,5 m Rampa máxima: 60% Inclinação lateral máxima: 30% Passagem de Vau: 1,65 m (com o sistema hidráulico de vedação pressurizado) |
Histórico
O Exército Brasileiro adquiriu como Carro de Combate as viaturas da família Leopard. Oriundas da Alemanha, tais viaturas são mundialmente conhecidas devido ao seu poder de combate. Viatura Blindada Especial Lançadora de Pontes, pertencente a essa família, é capaz de lançar uma ponte para cobrir um vão de até vinte metros em um tempo médio de três minutos. Além disso, maximiza o apoio de um Batalhão de Engenharia de Combate Blindado, orgânico das Brigadas Blindadas. Seu uso é fundamental para o prosseguimento da missão de uma Força-Tarefa Blindada, possibilitando a essa fração continuar em sua manobra. As Forças de Defesa alemãs dispõem dessas viaturas em suas Organizações Militares de Engenharia desde a década de 1970. O contato com militares alemães possibilita a troca de conhecimentos, importantes para o aperfeiçoamento do uso e da doutrina de emprego dessas viaturas no Exército Brasileiro. |
EE-3 Jararaca
| Características Peso de combate: 5.800 kg Total de combustível: 140 l Velocidade máxima: 100 km/h Degrau máximo: 0,4 m Fosso máximo: Não Aplicável Rampa máxima: 60% (34º) Inclinação lateral máxima: 30% (18,5º) Passagem de Vau: 0,8 m |
Histórico
O EE-3 Jararaca é um veículo blindado de reconhecimento desenvolvido pela Engesa, cuja idealização surgiu no inicio dos anos 70, por conta de uma necessidade do Exército Brasileiro. É um veículo leve sobre rodas 4x4 para patrulha e reconhecimento. Foi exportado para alguns países, mas nunca operou no Exército Brasileiro. Seria uma forma de substituir o velho jipe como veículo de exploração nas unidades de Cavalaria Mecanizada, dada a vulnerabilidade e ausência total de blindagem que os jipes apresentavam. Desta forma surge o desenho denominado de EE-3 Jararaca 4x4. Os componentes mecânicos do Jararaca são todos oriundos da indústria automotiva nacional, usada em caminhões, o que facilitava a logística de peças de reposição. Seu motor era um Mercedes Benz. O conceito ainda é atual e seria de boa utilidade dentro da nova realidade de combate urbano. Porém, os protótipos do Jararaca apresentaram diversas oportunidades de melhoria, acabando por não serem aproveitados no cenário nacional. |
VBE Soc Leopard 1BR
| Características Peso sem carga: 39.200 kg Peso de combate: 39.800 kg Pressão ao Solo: 8,8 N/cm² Total de combustível: 1410 l Força de tração do guincho principal: 35 t Velocidade máxima: 62 km/h Degrau máximo: 1,15 m Fosso máximo: 2,5m Rampa máxima: 60% Inclinação lateral máxima: 30% Passagem de Vau: 1,2 m (2,25 m com equipamento) |
Histórico
A Viatura Blindada Especial Socorro Leopard 1 BR, mais conhecida como Bergpanzer, é uma viatura utilizada para a recuperação e reboque de equipamentos pesados. Este tipo de blindado é utilizado no campo de batalha para executar algumas tarefas como assegurar a mobilidade de tropas blindadas, remover obstáculos prejudiciais em combate, assistência durante a instalação e remoção de motores e torres, bem como suporte na operação de reparos de veículos blindados. Para isso, dispõe de vários dispositivos, tais como guinchos, equipamentos de elevação e guindaste. Além disso, também possui várias ferramentas, variando de equipamentos de corte a soldagem para reparar menores danos. A maioria também possui uma lâmina de compensação e lâmina niveladora. |
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