Atuação:
Guerra dos Seis Dias - 1967
Guerra do Yom Kippur - 1973
Líbano - 1982
Guerra dos Seis Dias - 1967
Guerra do Yom Kippur - 1973
Líbano - 1982
Seu primeiro grande teste ocorreu dois anos após sua criação, na Campanha do Sinai, quando sob o comando do tenente-coronel Rafael Eitan, 395 homens do 1º Batalhão participaram de ousada operação paraquedista para defender a extremidade leste do passo de Mitla. Embora tenha sofrido pesadas baixas a posição foi conquistada fazendo aumentar ainda mais o respeito por estes bravos soldados. São utilizadas sobretudo como infantaria de elite, fazendo as vezes de ponta-de-lança em assaltos a posições inimigas. Isto ficou demonstrado na Guerra dos Seis Dias (1967), quando a 55.a Brigada atacou áreas fortificadas da Cidade Velha de Jerusalém, defendidas por jordanianos. Na Guerra do Yom Kippur (1973), a 31.a Brigada participou da defesa ao violento ataque sírio nas colinas de Golan e desempenhou papel importante no subseqüente contra-ataque. Porém seu mais audacioso feito foi o ataque-relâmpago ao Aeroporto de Entebbe, em Uganda, em 1976, para resgatar mais de cem reféns capturados pela Organização para Libertação da Palestina (OLP). Os paraquedistas israelense são voluntários e o programa de treinamento de dezoito meses é muito rigoroso. Os comandos devem estar habilitados no uso de diversos tipos de armas, na demolição e em combates noturnos. O soldado paraquedista usa o equipamento de cinto israelense sobre o uniforme verde-oliva do paraquedista. Além das bolsas cheias de munição de reserva para o carregador do fuzil, leva um saco com granadas para o mesmo, cujas aletas aparecem por trás do capacete de náilon. Duas barras no braço esquerdo indicam a patente de cabo. As sub-metralhadoras Uziforam substituídas pelo fuzil de assalto Galil de 5.56 mm, mais poderoso e preciso. |
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